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20 de Maio de 2024 - 

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Dicas Camilo e Monteze

Sessão temática debate as soluções urbanas para o futuro

Soluções inteligentes para o planejamento e requalificação do espaço público nas cidades do futuro e a garantia dos protocolos para aplicativos de inteligência artificial, com segurança, responsabilidade ética e em condições de cumprir as obrigações de sustentabilidade e de direitos humanos, foram debatidos na sessão temática da tarde da última terça-feira (16/04). O encontro aconteceu durante o Fórum sobre Segurança, Desenvolvimento Humano e Coesão Social promovido pelo TJRJ,  pelo Comitê Permanente da América Latina para Prevenção do Crime (COPLAD), programa do Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para a Prevenção do Crime e o Tratamento do Delinquente (ILANUD), e pela Escola da Magistratura (EMERJ). As juízas auxiliares da Presidência Ana Paula Barros e Fernanda Xavier compuseram a mesa de debates que recebeu as expositoras: Rima Merhi, professora titular de Comunicação Social da Universidade de Balamand, no Líbano; e Emma Gateau, empreendedora. A professora começou sua palestra citando o conflito entre Israel e Irã, o que considera impulsionar o extremismo na região. Ela contou que é sobrevivente da explosão em Beirute em 2020 e falou das dificuldades econômicas do Líbano. “Não pode existir coesão social sem justiça”, afirmou Rima Merhi, que apresentou o conceito da “cidade de 15 minutos”, na qual as necessidades diárias das pessoas podem ser resolvidas em 15 minutos a pé ou de bicicleta. Cidade inteligente foi o tema abordado por Emma Gateau. “A inteligência artificial em cidades inteligentes deve ser usada de forma ética e responsável. Há muitos desafios em relação às complexidades das estruturas urbanas como transporte, energia e comunicação”. A juíza Ana Paula Barros, que presidiu a sessão, destacou a importância do uso da inteligência artificial na gestão de situações de emergência, questão citada na palestra da empreendedora. A juíza observou a necessidade de normas para as cidades inteligentes: “É importante que haja um regramento para o uso da inteligência artificial, porque os conflitos vão surgir, com certeza, e temos que estar preparados para solucioná-los da melhor forma possível”.  A juíza Fernanda Xavier, que atuou como secretária da sessão, pontuou: “As duas palestras foram complementares. A primeira retratou um povo sofrido que busca uma saída para se reestruturar por meio da ‘cidade de 15 minutos’. A outra palestra tratou de como será o mundo a partir do advento de uma tecnologia extremamente importante, que busca soluções inteligentes para remodelar o nosso modelo social. Foi um debate muito rico”.  A advogada Luna Brussel Barroso foi a mediadora dos debates. As sessões foram no Plenário Desembargador Estenio Cantarino Cardozo, no Fórum Central. As palestras podem ser assistidas no Canal do Youtube da EMERJ. Clique aqui.  Fotos Rosane Naylor Departamento de Comunicação Interna
17/04/2024 (00:00)
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